CharIN Testival ASIA · Ansan-si · 12–15 October 2026

A agenda completa — com provas

Todas as 14 sessões em 1 palcos. Os oradores ligam aos respetivos perfis no ChargiPedia; as notas de contexto são nossas, criadas com os nossos próprios dados de mercado e arquivo de notícias.

Todos os horários estão no horário local de Ansan-si, KST (UTC+9).

09:30 Main

Discurso de abertura

Contexto Chargalytics

Define o enquadramento da agenda do dia — espere a visão da CharIN sobre a situação global das normas, da interoperabilidade e das implementações de megawatt/V2G. Vale assistir pelos sinais políticos e de roadmap, não pela profundidade técnica.

André Kaufung Managing Director · CharIN
09:40 Main

GbE sem contacto em conectores de carregamento de VE existentes

Contexto Chargalytics

Dados de alta velocidade (Ethernet Gigabit) dentro do conector são o que viabiliza ISO 15118-20, Plug & Charge e a futura telemetria V2G — mas adaptá-los sem mexer nos pinos existentes é um desafio mecânico e de EMI. Quem opera grandes frotas CCS/NACS deve perguntar se a solução é retrocompatível com o hardware já instalado ou se exige novas ferramentas de produção de conectores.

A Uniqconn apresenta uma solução de Ethernet Gigabit sem contacto, concebida para ser integrada em conectores de carregamento de VE existentes sem alterar os pinos de carregamento convencionais nem os contactos elétricos.

YoungDong (YD) Kim CEO · Uniqconn Inc.
10:00 Main

Plano global de interoperabilidade para novas tecnologias de carregamento

Contexto Chargalytics

ISO 15118 está a tornar-se a camada-base de facto para Plug & Charge, V2G e troca de dados da bateria, mas UE, América do Norte, Coreia e Austrália legislarem a conformidade de formas distintas — por isso, ainda não existe um único caminho global de certificação. Operadores de pontos de carregamento e OEMs que vendem em várias regiões devem acompanhar qual instrumento regulatório — obrigação, incentivo ou regime voluntário — realmente impulsiona a conformidade.

Os governos convergem para ISO 15118 como base para novas funcionalidades de carregamento — Plug & Charge, V2G e troca de informações da bateria — mas cada um aplica instrumentos diferentes na UE, América do Norte, Coreia e Austrália.

Woohyun Seo Director of Intelligent Energy Lab. · Korea Electrotechnology Research Institute (KERI)
10:20 Main

De V1G a V2G

Contexto Chargalytics

A transição do carregamento inteligente unidirecional (V1G) para o V2G bidirecional é quando os VEs deixam de ser uma responsabilidade para a rede e passam a ser um ativo despachável — a questão é sempre quem captura o valor dessa flexibilidade: condutor, agregador ou concessionária. Relevante para quem desenvolve modelos de receita em torno de resposta à procura ou serviços auxiliares.

Redefinir o valor da mobilidade elétrica como recurso de flexibilidade

Yoonhye (Caroline) Choi Global Strategy Lead · GridWiz
10:40 Main

Atualização de mercado sobre Austrália e Nova Zelândia

Contexto Chargalytics

ANZ é um mercado de referência para a adoção de V2G e MCS fora do eixo UE/EUA/Coreia, com os seus próprios códigos de rede e limitações de veículos com volante à direita a determinar o que pode ser implementado. Útil para comparar o ritmo regulatório com o de outras regiões abordadas anteriormente no dia.

V2G e MCS

11:00 Main

Evolução da interoperabilidade e dos códigos de rede na Austrália

Contexto Chargalytics

Os códigos de rede, e não o hardware dos carregadores, costumam ser o verdadeiro gargalo para V2G em escala — as regras australianas para recursos energéticos distribuídos estão entre as que evoluem mais ativamente no mundo. Relevante para quem quer entender como os requisitos locais de conformidade com a rede vão condicionar os prazos de comercialização do V2G.

Implicações para V2G

Peter Kilby Domain Expert - Standards, testing and interoperability · Vehicle Grid Network
11:40 Main

Estratégia global e estado atual da apresentação do serviço de carregamento da Hyundai Motor Group aos clientes

Contexto Chargalytics

A estratégia de carregamento de um OEM sinaliza quanto controlo as fabricantes querem ter sobre a experiência do cliente, em vez de depender de redes de operadores de pontos de carregamento de terceiros — uma tensão atual desde que a adoção do Tesla NACS reorganizou o mapa competitivo. Vale acompanhar como a Hyundai se posiciona entre construir infraestrutura própria e integrar-se em redes existentes.

O progresso global da Hyundai Motor Group em serviços e infraestrutura de carregamento como OEM, e soluções de carregamento diferenciadas para o futuro.

Jongmyung John Park Head of EV Charging Innovation Team · Hyundai Motor Company
12:00 Main

Eficiência em níveis de carregamento de megawatt: do MCS às aplicações reais de carregamento de alta potência

Contexto Chargalytics

O MCS leva o design térmico e dos contactos aos limites — perdas irrelevantes a 150 kW tornam-se restrições sérias de engenharia e segurança em níveis de megawatt. Relevante para quem especifica hardware de carregamento para veículos pesados, pois as escolhas de conector e arrefecimento afetam diretamente a disponibilidade e o custo total de propriedade.

Explora os principais desafios técnicos do carregamento ao nível de megawatt, incluindo gestão térmica, tecnologia de contacto, perdas de potência, estratégias de arrefecimento e otimização do sistema.

Dongwon YIM Sales engineer E-mobility Electrical Connectors (ECS) Korea · Stäubli Korea
12:20 Main

Os bastidores do carregamento de megawatt

Contexto Chargalytics

Além do conector, o carregamento de megawatt impõe escolhas difíceis na arquitetura de distribuição de energia e na ligação à rede que a maioria dos responsáveis por planeamento de depósitos e corredores ainda não teve de resolver. Útil como contraponto prático à sessão mais focada em componentes da Stäubli que a antecede.

Explora os desafios práticos da implementação de sistemas de alta potência, como a energia é distribuída e gerida nestes níveis e os casos de uso reais que impulsionam a procura.

Nicholas Yeoh Regional Head SEA · i-charging
14:00 Main

Perspetivas para VE na Tailândia em 2026

Contexto Chargalytics

A trajetória dos VE no Sudeste Asiático depende fortemente da localização da cadeia de fornecimento de baterias e do desenho dos incentivos governamentais, e a Tailândia posicionou-se como o polo de produção da região. Operadores de pontos de carregamento e investidores que avaliam expandir-se no Sudeste Asiático devem procurar metas concretas de políticas e infraestrutura, em vez do sentimento geral do mercado.

Visão geral do ecossistema de veículos elétricos da Tailândia e das principais tendências, abrangendo o desenvolvimento do mercado de VE, infraestrutura de carregamento, cadeias de valor das baterias e apoio político.

Dr. Yossapong Laoonual Head of Mobility and Vehicle Technology Research Center (MOVE) · King Mongkut's University of Technology Thonburi (KMUTT)
14:20 Main

Tornar a interoperabilidade GreenPHY mensurável

Contexto Chargalytics

Falhas de interoperabilidade entre EVCC e SECC são uma causa persistente e difícil de diagnosticar de falhas nas sessões de carregamento, e a maioria das ferramentas de campo não oferece visibilidade da camada física da comunicação PLC/GreenPHY. Relevante para engenheiros de testes e organismos de certificação que procuram uma forma repetível de isolar falhas ao nível de PWM, SLAC e espectro, em vez de as tratar como falhas de caixa-preta.

Um fluxo prático de validação EVCC-SECC que combina observação ao nível de pacotes e SLAC, visibilidade de CP PWM e do espectro, e medições da camada física num único ciclo de engenharia.

Benjamin OU Associate Vice President · VertexCom Technology, Inc.
14:40 Main

Quem assume o risco quando o carro liga à tomada?

Contexto Chargalytics

À medida que a infraestrutura de carregamento se torna mais conectada e definida por software, a responsabilidade pela cibersegurança torna-se difusa entre OEM, operador de pontos de carregamento e operador de backend — especialmente quando o V2G abre vias de controlo bidirecionais. A sessão deve esclarecer onde terminam as obrigações de segurança desde a conceção e onde começa a responsabilidade pela monitorização em tempo de execução e ao nível da frota.

Rumo a um modelo de garantia partilhada para o carregamento de VE, abrangendo segurança desde a conceção, deteção em tempo de execução e correlação ao nível da frota.

Luffy Lu Senior Architect · VicOne
15:20 Main

Status da ISO 15118-20 como interface de comunicação V2G

Contexto Chargalytics

A ISO 15118-20 é a norma criada para viabilizar carregamento bidirecional e plug-and-charge em escala, mas as lacunas de interoperabilidade entre OEMs, fornecedores de EVSE e provedores de backend continuam sendo o principal bloqueio para a implementação comercial de V2G. Quem desenvolve hardware ou software V2G precisa de uma visão clara dos prazos de certificação, da compatibilidade retroativa com a -2 e de quais fabricantes de veículos e carregadores assumiram compromissos de implementação. A sessão deve esclarecer o que hoje é realmente testado quanto à conformidade e o que ainda é teórico.

Michael Keller Chief Technology Officer (CTO) of CharIN e.V. and CEO of CharIN Academy · CharIN
16:00 Main

Sessão de demonstração V2G com carregadores AC e DC

Contexto Chargalytics

As demonstrações V2G ao vivo com AC e DC são onde as promessas de protocolo encontram a realidade do hardware — latência, conformidade com códigos de rede e tratamento de falhas muitas vezes divergem da especificação quando a eletrônica de potência real entra em cena. Para integradores e utilities que avaliam pilotos de V2G, é uma oportunidade de ver quais casos de uso (energia de reserva, resposta à demanda, arbitragem de energia) estão de fato prontos para produção e quais ainda se limitam ao laboratório. Vale acompanhar como as implementações AC e DC diferem em custo, complexidade e tempo de resposta.

Dados do programa compilados a partir da agenda oficial de CharIN Testival ASIA; as sessões mudam, as salas também. Confirma no agenda oficial.